Com a mesa de abertura tendo a presença do Vereador Carlo Caiado, o público ficou por dentro do que está acontecendo de mais importante na mobilidade urbana carioca
Thiago Curvello (COR-Rio), Clarisse Linke (ITDP Brasil), Carlo Caiado (Vereador e Presidente da Câmara Municipal do Rio), Mauro Ribeiro Viegas Filho (Firjan) e Lívia Torres (Jornalista e mediadora da mesa)
O Câmara Rio Debate que vai ao ar na próxima terça-feira (16/12), a partir das 20h, mostra as principais discussões feitas na 3ª edição de O Rio do Futuro, que reuniu vereadores, especialistas, moradores e representantes da Prefeitura no Salão Nobre do Palácio Pedro Ernesto, sede do Legislativo Municipal. Ao longo de dois dias, os convidados discutiram a importância da mobilidade urbana para o desenvolvimento da cidade.
Em quatro painéis, os participantes apresentaram um panorama atual, com os desafios enfrentados pelo no Rio de Janeiro, mas também apontaram soluções futuras, falando sobre as inovações que prometem transformar a capital fluminense nos próximos anos.O evento foi realizado pela Editora Globo, com apoio da Câmara do Rio.
“Precisamos entender a cidade como ela é e ver, analisar, buscar e debater para onde queremos que a cidade vá”, ressaltou o presidente da Câmara do Rio, vereador Carlo Caiado. Além dele, esta edição reuniu também os os vereadores Marcio Ribeiro (PSD), Flávio Valle (PSD), Pedro Duarte (sem partido), Monica Benicio (PSOL), Rogério Amorim (PL) e Rafael Satiê (PL); Marcelo Haddad, diretor-executivo da Rio Negócios; Mauro Ribeiro Viegas Filho, vice-presidente da Firjan; Thiago Curvello, chefe-executivo do Centro de Operações e Resiliência (COR); a especialista em Mobilidade Urbana e consultora do Banco Mundial e do BID Cristina Albuquerque; o diretor de Implementação da C40 para a América Latina, Gabriel Tenenbaum; o diretor executivo do Instituto de Estudos para Políticas de Saúde (IEPS), Miguel Lago, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, Gustavo Guerrante, e a secretária municipal de Transportes, Maina Celidônio.
A programação completa da emissora pode ser acompanhada ao vivo pelo YouTube da Rio TV Câmara ou pelo canal 10.3 da TV aberta. Confira outros destaques da semana:
O Meu Lugar: Cachambi
Abrimos a semana com um passeio pelo bairro que foi o 1° endereço de Luiz Gonzaga, no Rio de Janeiro. O Rei do Baião, como é mundialmente conhecido, chegou ao Cachambi em 1949 e permaneceu até 1962, período em que consolidou o gênero genuinamente nordestino em todo país. “ É justamente a Época de Ouro do Rádio, quando Luiz Gonzaga explode como grande músico. Talvez o primeiro pop star brasileiro”, afirma Pedro Rajão, pesquisador e um dos criadores do projeto Negro Muro, que demarcou com a arte do grafite o muro da antiga residência de Gonzagão.
O bairro já tinha entrado pra história como local do último esconderijo de Olga Benário e Luiz Carlos Prestes, antes de o casal ser preso pelo governo de Getúlio Vargas, em 1936. Ela viria a ser morta pelo governo nazista alemão seis anos depois.
Na atualidade, a região se divide entre um passado recente e o presente. A atriz Samara Felippo passou boa parte da infância por ali e nos conta como era o Cachambi daquele tempo. No episódio que encerra a temporada 2025 de O Meu Lugar você vai conhecer ainda os escombros do cinema de rua que funcionou entre 1952 e 1976, segredo guardado nos fundos de um hortifruti. Hoje, os moradores têm como opção cultural o Teatro Miguel Falabella, que fica dentro do Norte Shopping, um dos maiores espaços de entretenimento da cidade.
A boemia também é parte da rotina de quem mora nesse bairro da Zona Norte. Não faltam bares que estão sempre nas pesquisas dos melhores do Rio. Um dos mais tradicionais, o Cachambeer, foi ganhador do Comida di Buteco em 2014. Outro orgulho do bairro é o cantor e compositor Cláudio Jorge. Parceiro de João Nogueira, o instrumentista que tocou com Sivuca e Martinho da Vila ganhou o Grammy Latino, em 2020.
Reportagem Especial mostra a potência do Empreendedorismo Negro na Pequena África
Ressignificar: o dicionário explica que a palavra remete a dar um novo sentido, valor ou função a alguém ou alguma coisa, mudando perspectivas e crenças. O Câmara Rio Reportagem Especial que vai ao ar na próxima quarta-feira (17/12) demonstra como esse verbo se aplica quando falamos de empreendedorismo negro na região da Pequena África. Na tela, homens e mulheres que têm contribuído para transformar memórias de dor e negação, do período da escravidão, em vitória e esperança por dias mais justos, prósperos e suaves, enquanto tocam um negócio criado por eles.
O programa destaca uma pesquisa que mapeou os empreendedores locais e descobriu que 70% oferecem produtos e serviços voltados para a população negra e para a equidade racial, reafirmando a identidade cultural da região. O perímetro formado pelos bairros da Saúde, Santo Cristo e Gamboa historicamente já é marcado pelo empreendedorismo de famílias negras, sobretudo no Século XIX , quando elas tiveram que criar iniciativas de venda de alimentos, lavagem de roupas e outros pequenos comércios para garantir a sobrevivência no pós abolição. Esta também foi a área que serviu como porta de entrada para o maior contingente de escravizados das Américas.
Ellen de Lima é a convidada do Câmara Rio Entrevista
Aos 8 anos de idade, a menina baiana que havia acabado de chegar ao Rio de Janeiro subiu ao palco de um programa de calouros da Rádio Nacional. Ali começava a trajetória de Ellen de Lima, uma das vozes mais queridas do país, que é o destaque do Câmara Rio Entrevista desta quinta-feira (18/12).
Na década de 1950, a presença marcante chamou a atenção do público. Não demorou para que as primeiras gravações chegassem às lojas e conquistassem ouvintes por todo o Brasil. Os boleros, sambas-canções e baladas que a artista interpretou tornaram-se referência e fizeram dela uma das vozes mais potentes e emocionantes da música romântica brasileira.
O reconhecimento ultrapassou fronteiras. Ellen se apresentou no exterior, participou de temporadas no tradicional Cassino Estoril, em Portugal e esteve em festivais internacionais. Participou ainda de montagens teatrais, documentários, recebeu homenagens e esteve nos palcos ao lado de outros grandes nomes da música. A partir de 1988, passou a integrar o grupo As Cantoras do Rádio, mantendo viva a memória de uma Era que encanta gerações até hoje.
Rolezinho Carioca visita os karaokês mais animados do Rio
A regra é a seguinte: você escolhe uma música, põe ficha na máquina para tocá-la, pega o microfone e solta a voz. Mas também, se preferir, pode subir no palco e se apresentar à frente dos músicos de uma banda, que vai tocar a canção que você quiser. Que tal?
O último episódio do Rolezinho Carioca do ano é especial. Nossa equipe invadiu os karaokês para conhecer os cantores que deixam, por vezes, a timidez de lado e mostram, ou não, habilidade com o canto e o showbiz.
Os karaokês são uma febre mundial, começada pelos japoneses e descendentes, na década de 70, que desde os anos 90 – sobretudo – animam as noites e festas aqui no Brasil. O Rio de Janeiro tem redutos conhecidos que reúnem muitos fãs deste tipo de entretenimento. Um desses endereços é a Feira de São Cristóvão, com bares especializados em cada esquina. Mas existem ainda pubs espalhados pela cidade onde grupos se reúnem para cantar.
Seja num happy hour depois do expediente, na comemoração do aniversário de um amigo, muitos são os motivos e desculpas para usar a vontade de fazer o próprio show. Quem se arrisca? Nosso apresentador ousou. Além da TV aberta, no Canal 10.3, o programa e toda nossa programação podem ser vistos, simultaneamente, no Youtube no endereço:@tvcamarario e no site: tv.camara.rio.